Volume 6 Edição nº 17 - Novembro/2015 | ISSN 2178-1486
Apresentação

Web-Revista SOCIODIALETO

www.sociodialeto.com.br

Núcleo de Pesquisa e Estudos Sociolinguísticos, Dialetológicos e Discursivos - UEMS (NUPESDD-UEMS)

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Mestrado em Letras • UEMS / Campo Grande

ISSN: 2178-1486

Caros leitores,

A revista Sociodialeto, com este número, homenageia a língua falada no Brasil e a harmonia natural entre o povo brasileiro e a língua brasileira. 

Em 1500, os portugueses começaram a implantação de sua língua no território que é o Brasil. Foram muitas mudanças desde aquele momento. Aqui tinha muitos indígenas, para cá foram trazidos muitos africanos, de diferentes lugares. Enquanto o povo português não deteve a posse concreta das terras, por aqui pararam, por períodos longos, franceses, holandeses e espanhóis. Todos esses povos são lembrados na língua que os brasileiros falam, por causa de vocabulário, de alofones e de modificações sintáticas.

A dominação política portuguesa foi embora em 1822, mas a contribuição lingüística continuou. Porém, já se passaram muitos anos, muitas histórias aconteceram aqui que não aconteceram em Portugal. Lá, aconteceram histórias que aqui não aconteceram. Histórias como divisões políticas, uniões políticas, antropofagias, dominação e intromissões culturais. No Brasil, parou-se com o transporte de africanos e iniciaram-se as imigrações de italianos e de japoneses.

Desse modo, juntaram-se muitos portugueses, muitos africanos, muitos indígenas, muitos italianos, muitos japoneses e muitos de muitos outros lugares, os quais se misturaram pela língua. Ela ainda é muito parecida com as que se formaram em Portugal mesmo, em Angola, em Moçambique e em outros lugares onde Portugal manteve colônias, mas toda língua pertence ao território onde estão seus falantes, como um armazém cultural desse povo. Tudo o que for conhecido por esse povo ficará registrado nela, assim ela vai ficando com a própria beleza, única e inconfundível.

Em resumo, a língua dos brasileiros é: portuguesa camoniana de origem e muito semelhante da portuguesa contemporânea, inconfundivelmente brasileira pelos usos inovadores caipiras, nordestinos, nortistas e sulistas. Aqui, fala-se com muitas vogais médias centrípetas no sul e centrífugas no nordeste, muitas consoantes róticas retroflexas no sudeste, sul e no centro-oeste, muita nasalização em São Paulo e muita sibilação no Rio de Janeiro. Os rios e as plantas têm nomes em Tupi e os africanos formaram você de vossa mercê

 

Este número está composto por artigos das áreas de etnografia, de historiografia-linguística, de sociossemiótica, de sintaxe gerativa, de dialetologia, de sintaxe funcional, de análise do discurso, de toponímia, de sociolingüística e de morfossintaxe.


Edivanildo Flauberte Correia de Afonso, no artigo “A competência comunicativa de líderes políticos: uma abordagem etnográfica”, utilizando-se da Etnografia da Comunicação, analisou a competência comunicativa de vereadores da Câmara Municipal de São Domingos – BA. Segundo Afonso, os vereadores desse município empregam com considerável frequência formas pronominais hipercorrigidas e estilo extremamente monitorado. Afonso concluiu “que o tipo de relação entre o letramento escolar e o letramento social é determinante para a efetividade do domínio da variedade urbana de prestígio”.

O segundo artigo de Eliane da Rosa, “Elevação das vogais e e o átonas finais no português brasileiro oitocentista”, investiga “o fenômeno de elevação das vogais médias átonas finais no português brasileiro do século XIX”, utilizando os pressupostos metodológicos da Sociolinguística histórica. Segundo Rosa, “é interessante destacar que o português europeu atual é uma língua cujas vogais átonas são reduzidas e frequentemente elididas, principalmente quando se encontram em posição postônica e final”. Rosa concluiu que “a elevação das vogais átonas finais /e/ e /o/ já atuava no português brasileiro oitocentista”.

Na sequência, Janice Alves Gomes, no texto “A língua portuguesa no continente sul americano: uma análise sociossemiótica”, questiona: “qual seria então o idioma que o Brasil utiliza para se comunicar, o português ou o brasileiro?” Ela explica que “ao ser levada para outro continente, a língua portuguesa passou por um processo de evolução por influência não só geográfica, mas também política e cultural”. Gomes concluiu que “no que se refere à língua e à questão social, a exclusão é feita por parte da elite, que se coloca como o Eu / o Nós em relação às demais classes, que estariam no papel do Outro”.

Glenda Aparecida Queiroz Milanio e Lorenzo Vitral, no quarto artigo “As causativas sintéticas do português brasileiro: uma abordagem minimalista”, descrevem as propriedades sintáticas e semânticas das sentenças causativas sintéticas do português brasileiro e defendem que essas causativas sintéticas, formadas com verbos transitivos, são derivadas da causativa analítica. Reconhecem “que as causativas sintéticas formadas com verbos transitivos, no Português Brasileiro, não são resultantes de um tipo de alternância lexical ou sintática, mas se tratam de uma derivação de uma estrutura analítica subjacente”.

O próximo artigo, o quinto na sequência, de Sebastião Elias Milani, “As contribuições do ALINGO para a descrição da língua brasileira”, traz uma descrição do ALINGO – Atlas linguístico de Goiás: léxico-fonético, que fora desenvolvido a partir da pesquisa de levantamento de dados gravados em cinquenta pontos de coleta. Segundo Milani, “ficou evidenciado nos dados de muitas formas lexicais que apareceram na coleta, que a língua guarda uma diacronia, no interior do uso que as diferentes camadas sociolingüísticas fazem dela”; “na fala sincrônica dos goianos está registrada a diacronia das transformações metaplasmáticas”.

Marilze Tavares, no artigo “Contribuições para a discussão das concepções de língua e dialeto: o caso do guarani e do kaiowá de Mato Grosso do Sul”, faz uma reflexão “sobre declarações de indígenas de dois subgrupos Guarani sobre as línguas utilizadas em suas comunidades, que ora são tomadas, de fato, como línguas, e ora como dialetos ou variantes da mesma língua”. Tavares concluiu que “em consideração ao que sentem e declaram os falantes, devem ser tratadas como duas línguas”, porque “se são pouco ou muito distintas, parece ser uma questão menos importante que outras relativas à cultura, à identidade e a fatores de ordem sociopolíticos”.

O sétimo artigo é de Fabiana Raquel Leite e tem como título “Entre botânicos e naturalistas: um novo antigo olhar para São Paulo do século XIX”. Leite “apresenta um levantamento sistemático das informações contidas nos relatos dos viajantes europeus, Karl Friedrich von Martius & Johann Baptist Spix e Auguste de Saint Hilare, acerca do contexto sócio histórico da Província de São Paulo no século XIX” e concluiu que “o reflexo desse pensamento europeizado pode ser notado até os dias atuais, quando a fala do homem do interior, o antigo “caipira”, é constantemente depreciada em relação a do habitante dos grandes centros urbanos”.

Os autores Silvio Nunes da Silva Júnior, Maria Yvone Lima da Silva e Fernando Augusto de Lima Oliveira, no artigo “Funcionalismo e linguística textual: uma abordagem de texto oral e escrito”, fazem reflexões acerca da Linguística Textual, apresentando as concepções estruturalistas, funcionalistas e gerativistas interligadas a ela. Concluíram que “ao utilizar os elementos de textualidade para desenvolver uma análise, sempre se está trabalhando com exemplos, e não, o texto como um todo”, logo, “ao tratar de texto, o principal objeto de análise da linguística textual, estão tratando de interação e de comunicação entre interlocutores”.

O artigo “Historiografia-linguística dos métodos de estudo sobre língua no Brasil” de Raquel Peixoto Ferreira Vieira apresenta uma discussão sobre os métodos de estudo lingüístico, como influenciaram as pesquisas e as conclusões de estudiosos brasileiros. Estuda se as condições e as tecnologias avançadas fornecem subsídios que podem alterar ou autenticar resultados já encontrados, no cenário das pesquisas sobre a língua brasileira. Vieira concluiu que com tecnologia digital a visão metodológica mudou, de forma significativa, o rumo das pesquisas, pois o pesquisador consegue assegurar os resultados encontrados. 

O artigo que vem na sequencia de Luciane Trennephol da Costa e de Márcio Cotovicz, “Notícias de uma sobrevivente: a variante rótica vibrante múltipla alveolar em Rebouças, PR.”, examina a produção das variantes róticas nas posições de ataque e coda silábica através da análise acústica dos dados. Mostra a variabilidade na posição de ataque silábico na qual são produzidas a vibrante múltipla alveolar e a fricativa velar com pouca diferença percentual entre elas e confirma a produtividade da vibrante múltipla alveolar na região sul, diferindo da situação de outras regiões do país onde predomina as variantes fricativas posteriores.

O artigo “O (des)uso do verbo haver existencial”, de Elyne Giselle de Santana Lima Aguiar Vitório, estuda as construções com ter e haver e demonstra o que de haver ainda existe na fala e como é recuperado na escrita. Vitório concluiu “que ter é o verbo preferido na fala, mas, na escrita, há uma redução no percentual de uso, aumentando a frequência de haver, que é condicionado pelo verbo no tempo passado, quando o argumento interno é [+ abstrato], entre os falantes mais escolarizados e mais velhos e, apesar do aumento da aplicação do verbo haver na língua escrita, há um percentual alto de uso do verbo ter”.

O próximo artigo é de Vanessa Raquel Soares Borges, Francisco Renato Lima e João Benvindo de Moura, “O jogo de imagens na constituição dos sujeitos discursivos: uma abordagem ideológica e sociopolítica em cartuns”. Mostram que o “gênero cartum está alicerçado por ideais sociopolíticos e também ideológicos e é marcado por momentos muitas vezes memoráveis na história de um país”. Concluíram que “os sentidos não são imanentes às palavras, mas construídos por meio dessas em um contexto social, através da língua em uso, e que o dito perpassa o interdiscurso, ou seja, a memória discursiva do sujeito”.

O antepenúltimo artigo de Karylleila dos Santos Andrade, “Os jê e tupi nas terras de goyazes e suas contribuições para a formação da toponímia”, trata da “formação da toponímia, nos séculos XVIII, XIX e XX, na região de Goiás, outrora conhecida como terra de Goyazes”. Andrade concluiu que “os povos indígenas influenciaram não só na formação toponímica, mas também, na formação da cultura e memória nacional” e que “os viajantes estrangeiros, por meio de relatos e descrições, contribuíram não apenas para produção científica do país, mas tiveram um papel importante no que concerne à descrição dos nomes de lugares”.

O penúltimo artigo “Rapaz, eu não fiz nada não: análise sociolinguística das formas de tratamento na função de vocativo na fala de acusados de atos criminosos”, de Larissa Pedrosa Valente e Lorena da Silva Rodrigues, observa e apresenta as formas de tratamento usadas na posição de vocativo por jovens acusados de atos criminosos do Nordeste brasileiro. As autoras encontraram as variantes rapaz, macho, cidadão, senhor, meu irmão, doido, homem e menino, porém algumas delas só apareceram em contextos categóricos, o que lançou para elas o desafio de se aprofundarem na investigação. 

No último artigo, “Similaridades morfossintáticas do português de Siricari em cotejo com o português étnico Ãpyãwa (Tapirapé): um estudo afro-indígena”, Walkíria Neiva Praça e Cristiane Torido Serra demonstram as similaridades morfossintáticas do português falado pela comunidade quilombola de Siricari (Marajó-PA) e a comunidade indígena Ãpyãwa (Tapirapé) (MT). Concluíram que as três variedades do português (i) afro-indígena (ii) afro-brasileiro e (iii) indígena compartilham similaridades lingüísticas, que aspectos linguísticos podem revelar traços da língua de substrato e que existem similaridades e divergências gramaticais entre quilombolas e indígenas. 



Campo Grande – MS, junho de 2016.  

Dr. Sebastião Elias Milani,

Professor na Universidade Federal de Goiás.

 

 

NESTA EDIÇÃO

 

A COMPETÊNCIA COMUNICATIVA DE LÍDERES POLÍTICOS: UMA ABORDAGEM ETNOGRÁFICA

1 – 16 

Edivanildo Flauberte Correia de Afonso (PPGEL/UNEB)

 

A ELEVAÇÃO DAS VOGAIS E E O ÁTONAS FINAIS NO PORTUGUÊS BRASILEIRO OITOCENTISTA

17 – 52 

Eliane da Rosa (UFRGS)

 

A LÍNGUA PORTUGUESA NO CONTINENTE SUL AMERICANO, UMA ANÁLISE SOCIOSSEMIÓTICA

53 – 84 

Janice Alves Gomes (Université de Limoges CeReS IFG) 

 

AS CAUSATIVAS SINTÉTICAS DO PORTUGUÊS BRASILEIRO: UMA ABORDAGEM MINIMALISTA

85 – 105 

Glenda Aparecida Queiroz Milanio (FALE/UFMG) e Lorenzo Vitral (FALE/UFMG)

 

AS CONTRIBUIÇÕES DO ALINGO PARA A DESCRIÇÃO DA LÍNGUA BRASILEIRA

106 – 121 

Sebastião Elias Milani (UFG)

 

CONTRIBUIÇÕES PARA A DISCUSSÃO DAS CONCEPÇÕES DE LÍNGUA E DIALETO: O CASO DO GUARANI E DO KAIOWÁ DE MATO GROSSO DO SUL

122 – 136 

Marilze Tavares (UFGD)

 

ENTRE BOTÂNICOS E NATURALISTAS: UM NOVO ANTIGO OLHAR PARA SÃO PAULO DO SÉCULO XIX

137 – 159 

Fabiana Raquel Leite (UNICAMP) 

 

FUNCIONALISMO E LINGUÍSTICA TEXTUAL: UMA ABORDAGEM DE TEXTO ORAL E ESCRITO

160 – 174 

Silvio Nunes da Silva Júnior (UNEAL), Maria Yvone Lima da Silva (UNEAL) e Fernando Augusto de Lima Oliveira (PPGLL-UFAL/UNEAL/UPE) 

 

HISTORIOGRAFIA-LINGUÍSTICA DOS MÉTODOS DE ESTUDO SOBRE LÍNGUA NO BRASIL

175 – 210 

Raquel Peixoto Ferreira Vieira (Anhanguera Educacional) 

 

NOTÍCIAS DE UMA SOBREVIVENTE: A VARIANTE RÓTICA VIBRANTE MÚLTIPLA ALVEOLAR EM REBOUÇAS, PR

211 – 227 

Luciane Trennephol da Costa (UNICENTRO) e Márcio Cotovicz (UNICENTRO) 

 

O (DES)USO DO VERBO HAVER EXISTENCIAL

228 – 249 

Elyne Giselle de Santana Lima Aguiar Vitório (UFAL) 

 

O JOGO DE IMAGENS NA CONSTITUIÇÃO DOS SUJEITOS DISCURSIVOS: UMA ABORDAGEM IDEOLÓGICA E SOCIOPOLÍTICA EM CARTUNS

250 – 268 

Vanessa Raquel Soares Borges (UFPI), Francisco Renato Lima (UFPI) e João Benvindo de Moura (UFPI)

 

OS JÊ E TUPI NAS TERRAS DE GOYAZES E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DA TOPONÍMIA 

269 – 293 

Karylleila dos Santos Andrade (UFT)

 

RAPAZ, EU NÃO FIZ NADA NÃO: ANÁLISE SOCIOLINGUÍSTICA DAS FORMAS DE TRATAMENTO NA FUNÇÃO DE VOCATIVO NA FALA DE ACUSADOS DE ATOS CRIMINOSOS

294 – 306 

Larissa Pedrosa Valente (UFC) e Lorena da Silva Rodrigues (UFC) 

 

SIMILARIDADES MORFOSSINTÁTICAS DO PORTUGUÊS DE SIRICARI EM COTEJO COM O PORTUGUÊS ÉTNICO ÃPYÃWA (TAPIRAPÉ): UM ESTUDO AFRO-INDÍGENA

307 – 326 

Walkíria Neiva Praça (UnB) e Cristiane Torido Serra (UnB)

 

 

 

Avaliação do Qualis CAPES

 

ÁREA CAPES - Letras/Linguística                             ÁREA CAPES - Interdisciplinar 

CLASSIFICAÇÃO -                                                           CLASSIFICAÇÃO -  

 

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Neste 6º Volume Número 17 agradecemos aos nossos Colaboradores que fazem essa Web-Revista por meio de seus textos/artigos.

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